Sexo com Acompanhante em Florianópolis

Foi agora recente tudo isso que aconteceu, estava de férias do trabalho, e todos nós sabemos
que nas férias recebendo a mais, o que me proporcionou muitas coisas boas eu com minha
esposa, mas não é sobre minha esposa, o que vou escrever aqui é sobre a melhor aventura que
eu poderia passar nos meus 32 anos de vida.

O meu trabalho exige muito de mim, escritório, rotina e minhas férias foi merecidamente no
começo desse ano, disse a minha esposa que eu queria um tempo para mim e resolvi viajar e
fazer coisas sozinho, queria me divertir mesmo.

Como moro em POA pensei em um lugar perto e
legal, então me veio a cabeça Jururê, um lugar muito bom, eu já tinha ido, porém com minha
esposa, e pensando também em outras coisas, mas lembrei de um site que um amigo meu
sempre acessa quando quer experiências gostosas, muita guria gostosa e de todos os tipos e
taras.

Esperei mais uns dias até me decidir, voei de POA para Floripa e não pensei mais, acessei esse
site e vi as garotas, como eu estava com ostentando mesmo queria uma acompanhante de alto
nível, afinal de contas estava na minha cabeça além de ostentar, queria ser o poderoso chefão,
estava com grana boa na conta, na cidade ninguém me conhecia, estava escondido e ao mesmo
tempo me veio na cabeça que tudo aquilo era um grande fetiche meu, só deu pensar eu já ficava
de pau duro e começava a melar a cabeça do pau, pensar que eu estaria esbanjando dinheiro,
num lugar em que ninguém me conhecia, com uma acompanhante de falava mais de dois
idiomas, bem cuidada, educada, sabia de tudo, de culinária e bons vinhos, aquilo tudo me
deixava maluco.

Quando cheguei em Jururê eu já liguei pra ela, negociamos, disse o que eu queria e como ela
deveria se comportar, tudo dentro da minha fantasia sexual e tara de ter uma mulher de algo nível
me acompanhando em um lugar caro, com um bando de pessoas bonitas no alto verão,
acertamos o início.

Marquei com ela no lobby de um hotel caro onde fiquei hospedado perto do P12, com isso já
pedi para ela vir preparada, a minha tara era como se ela se comportasse como a minha guria
fina, com classe, alto nível mesmo, mas sendo minha, minha propriedade, como comprada de
mim.
Claro, antes mesmo da gente decidir, fizemos uma transmissão pelo WhatsApp, trocamos fotos,
nos falamos, até para eu ter certeza mesmo se era o que estava lá no site.

Desço do meu quarto, deveria ser tipo umas 11 da manhã, combinamos de almoçarmos juntos,
desço para receber ela, quando chego vejo a guria, puta que o pariu, que mulher gostosa,
branquinha, cintura fina, seios arredondados e durinhos, as curvas do quadril da guria era de
passar pelo menos uns 30 minutos lambendo, pernas bem torneadas, pelinhos loiros nas pernas,
ela estava com um vestido e uma espécie de capa, do jeito que eu pedi, disfarçada de mulher
casada porém refinada, sem dar na pinta que era uma vadia, uma acompanhante, Na hora em
que eu vi já pulsou o primeiro jato de sangue no meu pau e começou a ficar duro, ela riu pra mim
e entendeu a minha fantasia toda, ela precisava ser minha mina, minha namorada, minha
acompanhante em Florianópolis durante meus dias de férias.

Convidei ela para almoçar, pois já tinha reservado em um restaurante bem caro na região da
praia, sentamos um ao lado do outro e ela se comportava muito bem, porém com as pitadas de
safadeza me deixavam maluco, pirado de tesão.

Ela passava a mão na minha cocha, subia levemente de forma elegante para minha virilha e quando ela percebia que meu pau ficava duro
ela escorregava mais a mão dela na cocha e virilha, mas não pegava diretamente no meu pau
que estava quase estourando de tanto sangue, sentia que ele começava a ficar melado.

Era de uma classe que nunca ninguém perceberia que ela fosse uma acompanhante de alto nível, de
alto luxo, ela naquele momento, sentados almoçando ela era minha mina gostosa que todos
sentiam inveja da gente.

Foi muito louco tudo aquilo, só de eu lembrar sinto tesão absurdo e me pego batendo uma
punheta gostosa escondido.

Acompanhante Luiza Muller Mar

Acompanhante Luiza Muller Mar

Depois do almoço subimos para meu quarto de hotel, até para ela levar a mala e depois sairmos
como um casal aventureiro de um final de semana.

Em todo momento, ela me olhava me desejando, aquele jeito dela era delicioso, não era vulgar,
era de classe mesmo, era uma putinha de classe, uma vadia de alto nível, no elevador a sutileza
em me beijar como um namorado e passar levemente a mão no meu pau, aquilo me deixava com
muito tesão.

Abrindo a porta do quarto do hotel ela simplesmente tirou a capa de tecido que ela estava
usando, abaixou o vestido dela e do nada ela ficou totalmente nua, o corpo dela muito gostosa, a
bucetinha lisinha e bem rosinha, parecia a buceta de uma novinha que nunca deu, eu fiquei
parado por que meu tesão era ela comandar tudo, minha tara é por mulher que tome atitude e
saiba o que eu queira na hora, e foi o que aconteceu:

Ela se aproximou de mim, pegou minha mão direita, selecionou o meu dedo indicador e o dedod
do meio, começou a chupar e molhar com saliva os dois dedos, em seguida ela me fez ficar de
joelhos e colocou os dois dedos dentro da bucetinha dela, quentinho, macio e toda rosinha,
como o movimento da siririca o grelinho soltou e eu não segurei, ia meter a boca pra chupar
aquele grelo rosa, fazer um boquete naquele grelo.

Ela se abriu mais e eu de joelhos no chão ela apoiou a perna esquerda dela no meu ombro, segurando minha cabeça e empurrou minha cara
com tudo na buceta dela, lisinho, rosinho, grelão pra fora, e eu sufocado com a cara enterrada
entre as pernas dela.

Ela fala pra eu sacar o pau pra fora e bater punheta, em seguida ela pede pra eu não gozar, eu
meio que obedeci, por que ela é um mulherão, gostosa, de alto nível e queria mimar ela.
A voz dela me encantava, do nada ela solta a mãozada na minha cara e depois enterra
novamente na buceta dela, ele geme como uma cadela que leva rola direto, ela geme muito e eu
pirado de tanto tesão por aquela putinha.

Do nada ela tira minha cara da buceta dela e me pega
pela gola da camiseta e me leva até o banheiro, entra no box do banheiro e fala pra eu olhar pro
grelo dela, eu olho e ela começa a mijar, aquele mijo quentinho saindo daquela buceta deliciosa,
bucetona carnuda, parece um capô de fusca.

Ela mija muito e eu não me seguro, começo a bater
uma punheta e gozo, um jato de leite na direção da buceta dela que agora estava bem úmida por
causa do mijo, depois de soltar leitinho quente pra ela, ela pede pra eu enxugar a xota dela com
minha boca. Me acabei de chupar mais a buceta dela e meu pau continuou duro, teso.
Do nada a filha da puta pediu pra eu sair que ela ia se arrumar para sairmos.

Eu obedeci e mudei de roupa também e fomos para o Parador 12, que era quase do lado, fomos
a pé.
Lá começamos a beber, estava acontecendo uma festa bem maneira com muita gente rica e
bonita, eu pedi um champanhe e 2 taças, eu queria esbanjar muito, gastar muito dinheiro com
minha vadia de luxo, foi o que aconteceu, foi um jogo de sedução que a vadia fez comigo que me
realizou todo os meus 32 anos de vida.

Ficamos lá em uma elegante putaria, num jogo de
sedução que em quase todo momento eu ria de tesão, e apertada com tudo meu pau que estava
quase sempre teso. Acho que perceberam…

Começou a anoitecer, a gente já estava bem soltinho pela quantidade de champanhe que
tomamos, ela solta que quer ir a praia, saímos da festa que estava muito legal no Parador 12 e
fomos para a areia da praia de Jururê, ela é tão vadia que caminhou em direção a locais onde
não tinha quase ninguém na região, até por causa da festa lá no P12.

Em um lado mais escuro da praia ela fica só de biquini, ela fala pra eu ficar só de sunga, eu só obedeci e fiquei, nisto ela se
exibia pra mim, provocando, fingia que ia ajeitar o biquini no corpo e do nada mostrava um
pedaço da buceta dela, mostrava em relance o grelo dela que era delicioso de chupar.

Sentamos na areia e do nada a filha da puta cuspiu na mão dela e ela simplesmente colocou o
cuspi na buceta dela, afastando a parte do biquini sem tirar ele do corpo, eu tirei meu pau pra
fora, em seguida ela diz: vem!

Eu fui pra cima dela com tesão de um cavalo em cima de uma égua, ela com a voz bem
mansinha fala pra eu arrombar e meter rola com força nela. No mesmo momento do tesão
animalesco, o receio de alguém chegar e ver também vinha, mas eu liguei o “foda-se” e meti rola
na vadia.

Bucetona bem macia de levar rola, ser arrombada, meter com força mesmo até a vadia
pedir pra parar, meti com tanta força que pau depois ficou doendo, mas ao mesmo tempo ela ela
passava as unhas nas minhas costas, não sei se ficou marcado, mas pouco me importava, eu só
queria meter mais e mais, até que eu não me segurei e tirei meu pau da buceta dela e peguei ela
pelo cabelo e coloquei a boca dela no meu pau e dei leite pra ela tomar, mandei ela tomar tudo e
foi o que ela fez.

A vadia era tão vadia que ela tomou tudo e abriu a boca dela pra me mostrar, eu beijei a boca
dela depois.
Terminamos e fomos para o quarto do hotel, tomar banho e nos despedir. Pois eu tinha
contratado uma diária com ela, o melhor investimento que eu fiz em toda minha vida!
Acertamos e em seguida ela foi, se despediu com um beijo bem carinhoso e um aperto no meu
pau que ainda estava meio bomba, meio emborrachado de tesão.

Depois fui dormir, por que no
outro dia eu precisava voltar para POA.

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