Despedida de Solteiro

Não sei se posso dizer meu nome, acho que se eu falar e alguém ler saberá quem sou eu, e mesmo de
quem ler e ter ido àquela despedida insana, saberá quem sou eu, mas o que importa, acho que ninguém lê
esses contos mesmo.

Bom, meu nome é Jéssica residia até meses atrás com minha família na Bela Vista, aqui em POA mesmo, namorei cerca de 4 anos e fiquei noiva do Luiz no quinto ano. Sempre fomos felizes, afinal de contas a gente realizava tudo que a gente tinha vontade, a gente falava que tínhamos tudo para não deixar o relacionamento cair numa rotina. Mas vamos lá.

Em setembro do ano passado já estávamos em preparativos mais que finais para o nosso casamento, na cerimônia religiosa e festa em seguida. bom que conseguimos tudo perto da minha casa, dentre os preparativos finais para finalmente nos casarmos, o Luiz comentou comigo que teria uma super despedida de solteiro que a ideia foi puxada pelos amigos do escritório dele, o bom de tudo que a gente sempre foi muito transparente um com o outro, então ele comentou e disse coisas que poderia ou não acontecer, eu fiquei bem excitada de verdade, saber que meu noivo poderia ser de muitas outras e outros em uma festinha.

O lugar era o Liberty Club, sim, aquele famoso lá no Navegantes, e eu fiquei mais excitada ainda, sempre tive vontade de ir, acho que sempre fui safada, vulgar, sempre gostei de pensar que para sexo sujo sou uma cadela vagabunda.

Bom, então chegou o famoso dia da despedida de solteiro do Luiz, eu e minhas amigas não tivemos uma, apenas um encontro bebedeiras e falamos de homens e suas potências sexuais.

Nessa noite eu já estava em casa, sabia que ele não voltaria pra casa, do escritório já iria para a o Liberty, eu extremamente impaciente, pois queria ele chegasse logo e me dissesse tudo, até as coisas mais sórdidas e gostosas, queria que ele me relatasse tudo, até como foi, como era as outras bocetas.

O Luiz sempre foi muito liberal, eu adorava isso nele, ele sempre foi pra frente e priorizava nossa satisfação sexual acima de tudo, tomei uma latinha de cerveja que estava na geladeira, todos em casa já estavam dormindo, parece que essa cerveja me bateu uma loucura, uma libido que nunca tinha sentido, minha xota começou a

ficar inchadinha e a lubrificação ficando com maior intensidade, começando a molhar real minha calcinha, que nessa dia era um fio dental da cor preta, muito minúscula mesmo, no final da latinha, parece que subiu tão rápida, que parecia que minha xota não cabia mais na calcinha.

Comecei a me tocar, massagear meu grelo bem sutil de forma bem delicada, comecei a me contorcer de tanto tesão na minha boceta. O que era só vontade eu tomei coragem, fui atrás do Luiz na Liberty Club, queria assistir ele, queria ver ele, e se ele fosse lá como é comigo eu ia gozar umas 5 vezes vendo ele sendo feito de objeto sexual de alguma namoradinha.

Peguei um Uber e pedi para me deixar em frente à Casa Liberty Club, o motorista me olhou meio que tipo, imaginando coisas, eu safada me aproveitei da situação, pois estava no banco da frente e provoquei mesmo o motorista que era um novinho de no máximo 22 anos, branquinho e quase assustado com toda minha safadeza e insinuações, nisto notei que ele pegava no pau toda hora, e já estava bem teso, pro lado, umas pernas grossas, parecendo de jogador de futebol.

Eu não fiz nada com ele, nem toquei, mas ele com certeza depois de me deixar ia tocar uma punheta safada pensando na minha boca e o jeito que eu estava me tocando na frente dele.

Ele me deixou na frente, pensei na hora mais de 2 vezes se entro ou não, na portaria um cara alto e forte com paletó me olhou e fiquei mais excitada ainda, pensei comigo mesmo, devo estar exalando o cheiro da minha boceta molhada, como uma cadela, fiquei olhando também para ele, ainda pensando se entro ou não, imaginando o que o Luiz (meu noivo) pensaria de eu estar presente na festinha de despedida de solteiro dele, porém meu tesão foi maior e resolvi entrar, na porta me perguntaram se era para alguma festa privada que estava rolando lá ou se era apenas para curti a noite, eu na hora disse, sim, a festa de despedida de solteiro do Luiz, ele olhou uma lista e falou que eu poderia entrar.

Quando entrei, passou milhões de coisas na minha cabeça, tudo menos arrependimento, veio muita putaria e curiosidade, mas minha maior curiosidade seria ver como o Luiz meu noivo estaria se comportando. Andei toda a casa e descobri que tinha quartos para festas mais privadas, que tinha um quê de aberto para visitação, ou seja, alguém poderia entrar e participar também, espiei, voyeurismo puro e aquilo estava me deixando mais excitada, quase gemendo aleatoriamente além de ficar me tocando, minha bocetinha já estava mais que melada, não sabia ao certo se eu já tinha gozado ou não, resolvi olhar, e o que vi foi tudo aquilo que eu gostaria de fazer, quando eu olhei só tinha um amigo do meu noivo, nenhum outro, e muitas mulheres.

Espiando aquilo tudo eu fiquei surpresa em saber como safadeza e putaria faz bem pra gente, como aquilo tudo me deixa liberta e mais cadela, mais safada. Meu noivo estava pelado, ele estava obediente à uma outra mulher que deveria ter uns 30 anos, loiro, peituda, aquilo era uma verdadeira suruba sem frescura, sem pudor, aquela disciplina toda do meu noivo sendo obediente à aquela mulher com roupas BDSM e os peitos para fora.

Essa festinha toda estava para mim o melhor da putaria, meu noivo estava de quarto só de cueca branca, tipo sungão, a mulher cheirava o cu dele e dava tapinhas no cu, como se um homem desse tapinhas na bocetinha antes de meter a rola, percebi que meu noivo era o submisso, essa a garinha vadia e cadela para fazerem tudo dele. Nessa mesma hora, o amigo do Luiz meu noivo estava olhando para eles e batendo uma punheta forte, a cabeça do pau bem melado, babando tesão e eu nesse momento já estava me tocando, colocando o dedo e tocando uma siririca bem gostosa, aquilo era mais que uma casa, um clube de swing, aquilo era putaria pura, safadeza e suruba numa festinha que todos deveria ter pelo menos uma vez por mês.

Quando percebi a mulher que estava mandando em todos e em tudo, abaixou a cueca do meu noivo que estava de quatro, ela cheirou o cuzinho dele e passou a língua e depois cuspiu, após cuspir ela passava o dedo como quem estivesse lubrificando o cuzinho dele, era muita linguada, era um beijo grego, uma cunete bem gostosa, exatamente como eu fazia nele, ele delirava e gemia, gemia como uma putinha pedindo rola naquele cuzinho de macho dele, a menina era uma acompanhante, ela comandava tudo, dominava tudo, o outro amigo do meu noivo foi mandado também lamber o cu do meu noivo, esse amigo dele não recusou, caiu de boca chupando o cu do Luiz, roçando aquela barba por fazer no rabo do meu noivo

Eu já estava gemendo, já tinha enfiado 2 dedos na minha boceta, ela já estava inchada de tanta dedada que dei naquela noite. A acompanhante que estava comandando tudo também estava bem excitada e do nada ela pega uma rola de borracha, um vibrador, um consolo, devia ter uns 22 centímetro, era bem grosso, tipo uns 8 centímetros de largura, ela colocava na boca molhando com o cuspi dela, colocando na boca do amigo do meu noivo que estava dando um beijo grego e esfregava no cuzinho delicioso do Luiz que estava de quatro.

Aquilo tudo era delicioso de ver, meu noivo sendo submisso, sendo o escravo sexual de uma outra vadia acompanhante, eu não tive ciúmes, eu tinha tesão, um tesão como nunca havia sentido. E do nada a Acompanhante estava com uma “Cintaralho”, puta que o pariu, a coisa mais gostosa de se fazer, que é

inversão, sim era um strap-on que ela colocou na cinta que ela já estava usando, meu noivo ainda de quatro bem obediente sendo mandado por ela, a acompanhante que era a Dona de todos ali, e do nada, após o cuzinho do meu noivo está bem lubrificado por ela mesmo e pelo amigo do meu marido, ela começa a penetrar o cuzinho dele, além de grosso o consolo era bem grande, devia ter uns 22 centímetros, percebi meu noivo gemendo de dor misturado com prazer, meu noivo era a vadiazinha cadela, era o macho putinha que estava dando o cu para a acompanhante que era quase sádica em sentir prazer vendo a dor no cu do meu noivo.

Ela metia muito gostoso, bombava forte e eu via o meu noivo com o pau muito teso, muito duro e babando, a Acompanhante gemia muito de tesão, eu estava quase indo para a minha quinta gozada, eu me tocava com tanta força e tinha inveja, pois era eu quem devia estar metendo gostoso no cuzinho do meu noivo.

Percebi que a Acompanhante já estava quase chegando no auge, e do nada sem bater punheta meu noivo gozou, saiu muito leite mesmo, nunca vi o Luiz gozar tanto, quase que no mesmo momento o amigo do meu noivo também gozou, ele ficou só olhando tudo, com uma cara de tesão que deu até inveja, ele devia estar com a cara e a boca toda com o gosto do cuzinho do meu noivo, que por sinal é bem delícia.

Quando a Acompanhante que comandava tudo percebeu que os dois gozaram, ela começou a bater a punheta dela com a “cintaralho” com uma mão e a outra tocando a siririca dela e pouco depois gozou. Depois que ela gozou ainda ficou dando o beijo grego no cuzinho arrombado do meu noivo.

Aquilo foi uma delícia sem tamanho, observei espiando tudo, me tocando também e gozando de tanto tesão, e fiquei pensando de casarmos logo, assim a gente teria mais liberdade de fazer nossas festinhas, com uma acompanhante com uma cintaralho, um rolão e meter em mim e nele.

 


 

Esse texto não é publicitário e nem tem ligação com o Liberty Club.

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